A coisinha à-toa aqui se chama Priscila, tem 20 anos mas uma cabecinha de 10; é boba e muito chorona.

Gosta de: Animais, Chocolate e aí inclui comidas hiper calóricas, Internet, Música, coisas extravagantes e dar uma boa gargalhada.

Odeia: pessoas insistentes, restrições e olho grande (inveja).

Habitat: Santa Catarina.

Amor da minha vida: Kira (minha cadelinha)

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Relatos indiscretos sobre amor...

Se tem alguém que me inspira a escrever é o meu professor de Social, não que ele me passe algo bom ou que goste dele, mas o fato é que por algum motivo a aula dele me faz refletir sobre várias coisas, o que deixa o meu lado “blogueiro” mais aguçado.
Aí, depois de escutar vários comentários de família, casamento e divórcio...pensei...tudo começa com um romance cheio de amor, ternura e paixão, tudo “aparentemente” perfeito...foi então que foi surgindo outros fatos, como por exemplo aquele do primeiro amor...
Tudo começou quando ela, ou melhor, eu, me apaixonei (de verdade) por um garoto quando estava na 7ª série, era um motivo bem óbvio para dizer que amor realmente existia, mas esse garoto achou uma garota bem mais bonita e talvez até mais esperta, experiente e “gostosa” (como os homens gostam de falar). Eu pensava comigo é Amor e Sexo. Sim, não existe apenas amor, pouco importa ser inteligente, ser honesta, porque existe um intruso, talvez um intruso necessário, mas ao mesmo tempo pervertido, perigoso, ambicioso, é ele o maldito sexo. Foi na segunda tentativa que tentei acreditar que existem homens bons e até tentei ser alguém mais madura, mas ele era uma fera, pensávamos totalmente diferente e o pior de tudo era ele não saber tratar bem uma mulher, me tratava como um objeto era super machista e sempre tinha 2ª intenções em tudo. Aí pensei, não...Homens só pensam em sexo, homens só querem sexo! Mas na terceira tentativa também não deu certo porque eu vi com os próprios olhos que não era isso que eu queria, ora...eu estava sendo enganada e alguém estava disputando meu lugar.
Foi a partir de então que eu deixei de amar.

- Postado por: cosquenta às 21h18
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A doida...

Nos últimos dias eu vivi as coisas mais estranhas...estranhas no sentido de não acontecerem com freqüência ou estranhas por acontecerem tudo de uma vez só, assim, só uma vez!
É bom às vezes não dar ouvidos para ninguém, ser dona de si mesma e fazer aquilo que se quer mesmo que todo mundo olhe "daquele jeito", afinal de contas só temos uma chance mesmo na vida e se não fazer agora, acaba a graça e vem o arrependimento. Às vezes deve se favorecer o ego, deixar as coisas sem "rumo", esquecer as regras e principalmente os medos. É difícil ser totalmente livre, mas para fingir, sempre se dá um jeitinho. Sempre tem hora para ser feliz e pode ser agora ou nunca mais.
Talvez aqueles que me chamaram de infantil, criança, tinham razão. Eu sou sim, uma criança boba e chorona, que sempre quis ser feliz, que fingia, mas não sabia, aquela que sempre falou absurdos e tentou um dia chegar a ser reconhecida como “mulher”. Quem me garante que amanhã eu estarei aqui, assim, vivinha!

Obs: enjoei dos meus templates, resolvi aderir aos terceirizados.

- Postado por: cosquenta às 22h03
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